sexta-feira, 28 de março de 2014

Texto expositivo-argumentativo sobre as mulheres da sociedade

      Quando estamos no útero da nossa progenitora, somos todos seres humanos desejados, mas antigamente desejava-se, acima de tudo, que nascesse um rapaz, isto porque homem que é homem tem mais postura para trabalhar, visto que trabalhar é que dá dinheiro. As mulheres nasciam para ficar em casa, como boas donas de casa, a cozinhar, limpar, engomar e ainda por cima tinham de andar sempre ao mando do homem.
      Atualmente, a situação inverteu-se um pouco em relação ao poder de cada sexo, a mulher já pode trabalhar na maioria das profissões e já pode expressar mais a sua opinião perante o homem e a sociedade em geral. Nós vivemos numa sociedade machista, porque o poder dos dois sexos ainda não entrou em equilíbrio e o homem tem mais privilégios. Para uma mulher conseguir ser chefe, ou evoluir de cargo, é muito complicado, porque o trabalho de uma mulher não é reconhecido e é isto que as mulheres atuais querem mudar. Porém, existem outras que não se importam de ser apenas donas de casa, a cuidar dos filhos e da casa. Estas mulheres ensinam aos filhos o que não devem ensinar, que o homem é o líder, logo manda na mulher, e que o homem não chora.

      Por fim, será que existem muitas mulheres a pensar ainda assim? Será que o país vai regredir ou prosseguir por haver muitas mulheres com esta mentalidade? Observando a evolução da mulher, concluímos que a mulher ter mais poder é vantajoso em quase todos os sentidos. 

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Texto expositivo-argumentativo sobre D. João (Peça de Frei Luís de Sousa)

      A peça Frei Luís de Sousa, de Garrett é composta por várias personagens com uma grande variedade de personalidades e papéis na história. De entre elas, escolhi D. João de Portugal para aprofundar o conhecimento deste homem tão honrado e valente. 
      D. João de Portugal é uma das personagens principais, apesar de ter uma presença de “fantasma”, porque no início não está presente e no presente é muito falado nas conversas de D. Madalena e Telmo. Esta personagem é muito importante para a peça porque é a partir dela que a tragédia aparece no final da peça na família. De facto, D. João foi à guerra, mas infelizmente não regressou como estava previsto e ficou durante 20 anos em cativeiro, em Espanha. No entanto, D. Madalena, ainda procurou durante 7 anos, apesar de D. Madalena não o amar como D. João a amava, isto porque ela desde sempre teve uma grande paixão por D. Manuel.
      Com o seu reaparecimento, que D. Madalena desconfiou por descobrir que ele estava vivo e que viria para se vingar dela, com isto o seu casamento seria ilegal e um ato de muito pouca fé, porque antigamente tudo era muito ligado à religião, logo isto era um pecado digno de ir para o inferno. Por isto ocorreu uma cerimónia para D. Madalena e D. Manuel entrarem na vida cristã, dado esta triste tragédia, D. Maria, filha de D. Madalena e D. Manuel morre por sofrer de tuberculose.
      Se D. João de Portugal não entrasse nesta peça, não haveria qualquer tipo de “suspense” no que iria acontecer a D. Manuela e à sua família. Esta peça baseia-se bastante na tragedia originada por D. João, que é o “hybris” isto porque esta grande catástrofe inclusive a morte de D. Maria, houve um alivio porque a sua morte veio aliviar a alma de D. Manuel e sua esposa.
       Por fim, penso como tenha sido a continuação da peça, sabendo que D. João, o Romeiro assistia à cerimónia, à tragédia criada por ele, será que D. Manuela o reconheceu finalmente? Se o Romeiro fosse embora, D. Manuela e D. Manuel, viveriam com a tristeza da morte da filha e a alegria de estarem a viver o seu amor.


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Ficha de leitura " A noite do Índio: Discurso do Chefe Seattle"

ESCOLA SECUNDÁRIA BRAAMCAMP FREIRE
Língua Portuguesa 11º2
FICHA DE LEITURA

ASPETOS GERAIS
Título do livro: A Noite do Índio: Discurso do chefe Seattle  
Nome do autor: Chefe Seattle
Editora: Casa do Sul, Editora
Data: 2007

PERSONAGENS
Quais são: Chefe Seattle (escreve a carta/discurso)
Papel que desempenham na narrativa: o Chefe Seattle é a única personagem, isto porque o livro é um discurso como resposta ao chefe grande feita pelo Seattle.
Descrição da personagem principal: era um homem vermelho, de grande estatura, de olhar inteligente, expressivo, e de gestos sentis, queria a paz na sua terra, e demonstrava poder e dignidade pelo que falava; era um índio, muito ligado à sua terra e aos antepassados tal como o seu povo. Este homem era o chefe do povo índio, esta comunidade designava-se por “Casa do Homem Velho” (casa feita pelo pai).

LOCAL
Onde se passa a história: a história passa-se no noroeste dos Estados Unidos, que hoje faz fronteira com o Canada.
Descrição desse local: era um local cheio de árvores (ex. pinheiros), sem ruido, com ar puro (sem poluição), cheio de seres vivos (ex. búfalos e aves), solos sagrados, límpidos lagos,…

TEMPO
Quando se passa a história: em 29 de outubro de 1887 (dia em que o chefe Seattle disse o discurso).
Expressões que o comprovem: “Segundo a versão de Henry A. Smith publicada no jornal Seattle Sunday Star, em 29 de outubro de 1887”.

ENREDO
Ideia principal da narrativa: intimidar os homens brancos para a o meio ecológico, mostrar o quanto é necessário olhar para as terras com outros olhos.
Pequeno resumo da história: Este livro é o discurso do chefe índio Seattle, feito como resposta à proposta do Chefe grande do governo dos estados unidos, que em 1887, tentou comprar as suas terras em troca de proteção. O discurso de Seattle refere que a sua terra é sagrada para si e para toda a sua comunidade, isto porque cada local significa algo para os homens vermelhos. Eles são parte da terra e a terra é parte deles.
A vida sem a natureza e a sua beleza era um desânimo. Com todo este discurso, faz-nos entender que o desejo do grande chefe é não só comprar as suas terras, mas também tirar grande parte dos índios.
Os homens vermelhos podem ser “selvagens”, isto porque não entendem o ruído que à nas cidades (estão habituados ao silencio da natureza), a facilidade com que deixam para trás os antepassados (continuam lamentando-se dos que já morreram e as suas cinzas fica no solo para dar bons frutos) e a forma como mudam de terra.
O chefe Seattle diz que se aceitar, tem uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.
Parte preferida e justificação: gostei de todo o discurso do Chefe Seattle, porque é um livro que serviu de base ao movimento ecologista mundial.

COMENTÁRIOS
Achaste o título adequado? Porquê? : sim, porque o livro trata-se da resposta do chefe Seattle, sendo esta resposta um discurso.
Inventa outro título: Movimento ecologista mundial de Seattle

ANÁLISE DO PROCESSO DE ESCRITA
Escolhe cinco palavras cujo significado desconheces e procura no dicionário:


  1. “Afortunadamente” (p.10, ll.9): de modo afortunado (feliz).
  1. Comparação: “As suas gentes são como a erva que cobre as vastas pradarias.” (p.19, ll.1-2)
  1. Metáfora: “As minhas palavras são como estrelas que nunca se apagam.” (p.18, ll.7-9)

Procura, transcreve os seguintes recursos estilísticos e explica a sua expressividade:



Nome: Marta Sofia Silva   nº17   11º2

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O romântico

O romântico é aquele que diz muitas vezes o eu num texto ou poema... O romântico escreve à sua maneira.

 A Prosa

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

À descoberta de novos povos

Pêro Vaz de Caminha e a sua tripulação avistam terra
      Depois de vários dias em alto mar e sem ver um pedaço de terra, dia 22 de abril os nossos navegadores avistaram terra nunca antes viste pelos portugueses, a qual o capitão decidiu dar o nome de Terra da Vera Cruz e de Monte Pascoal ao montem alto e redondo que estava repleto de árvores.
      E a partir deste momento, os tripulantes já mais encorajados e animados para novas descobertas foram em busca de novos descobrimentos, em mando do seu capitão.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Página de diário 3

Domingo, 12 de fevereiro de 2012
      Este domingo, pelas nove horas, já estava tudo pronto e acordado; estávamos excitados pela emoção do pequeno almoço francês, não apenas pelos "croissants" com nuttela mas também por estarmos na companhia de todos. 
      Estava um dia chuvoso quando a diversão começou: no Futuroscope, fomos a quase todas as diversões e foram momentos únicos, porque sem dúvida nenhuma não teremos mais momentos como aqueles. 
      Depois fomos ao Auchan comprar umas sandes e sumos para o almoço do dia seguinte, porque íamos regressar a Portugal e tínhamos uma longa viagem de 17 horas pela frente. 



domingo, 6 de outubro de 2013

Síntese de "Gato Fedorento - Jesus Ensaia Figuras de Estilo"

    Este sketch retrata uma paródia com figuras de estilo de estilo, em que os discípulos e Jesus, representado por Ricardo Araújo, são as personagens.
         De início, Jesus usa apenas parábolas ligadas à religião, os discípulos cansados desse tipo de histórias pediram que Jesus experimentasse outras figuras de estilo.
         Logo de seguida, sugerem que Jesus comece por uma anáfora, o que os levou a referir  tantas vezes a palavra Deus que se tornou repetitivo; depois, com uma voz grave, usa a hipérbole e a metáfora em conjunto, falando de novo da religião e de montanhas de labaredas; mas também recorreu a outras figuras de estilo como as analepses, as metonímias, a aliteração, em que apenas diz palavras começadas por d e canta a música daily do, e a ironia, dizendo que o Diabo é bom.

         Por fim, com tantas tentativas falhadas e sem nada para fazer, foram curar leprosos.


Início de uma nova etapa...

      Começou dia 16 de setembro uma nova etapa da minha vida, mais um ano de escola! Aqui vou eu em busca de um futuro.



segunda-feira, 13 de maio de 2013

Continuação de um texto

Escrita de uma narrativa
“O verdadeiro amor”
(…)
Dir-lhe-ei, “Eu sou Joe e tu és o meu verdadeiro amor”.
            Hoje é o dia de São Valentim, e Charity chegou, ela não sabia muito bem o que ia acontecer e ficou à espera que eu ou alguém a recebesse, para ela seria normal ser recebida por uma pessoa, não por um programa de computador como eu, portanto eu fiquei nervoso e intacto como um cubo de gelo.
            Eu ganhei coragem e disse, “Eu sou Joe e tu és o meu verdadeiro amor”. Charity, assustada, porque não sabia de onde vinha a voz, disse, “Quem está aí?”; logo de seguida eu disse para ela olhar para mim, para o ecrã de computador; ela olhou com aqueles olhos grandes como azeitonas e eu vi o quanto ela era linda e ideal para mim, mas será que ela me aceita como o seu amor?
            Charity, confusa e com medo, disse, “Tu falas? Tu tens sentimentos? Mas tu és um computador.” Eu disse depois, já mais calmo com o brilho dos olhos dela, “Eu escolhi-te como o amor de Milton, que infelizmente foi preso, eu sou bastante semelhante a ele, não em aparência mas na personalidade, ele é o meu criador e sabemos tudo um sobre o outro; Charity, tu és a minha alma gémea”. Ao ouvir isto, ela ficou uns minutos em silêncio e pensativa, sem saber o que fazer ou dizer; de seguida eu disse, sem ela ter sequer respondido, “Eu amo-te, esperei a minha vida toda por ti”. Neste momento Charity desmaiou e ficou até ao dia seguinte a descansar, eu olhei toda a noite para ela e não vi nenhum defeito, vi nela tudo o que desejava.
Quando ela acordou já mais calma, pediu-me que lhe contasse a verdadeira razão pela qual ela lá estava, eu expliquei-lhe tudo, e como Charity ficou curiosa em conhecer o meu famoso criador, logo de seguida metemos mãos à obra e em primeiro lugar ela foi ter com ele. Na prisão, Milton, muito admirado com a visita da sua amada que já sabia do esquema todo e que apenas se apresentou a Milton lhe perguntou, “O que posso fazer para que saias deste sítio horrível?”, e Milton respondeu, “Tu és tão inteligente quanto eu, por tanto proponho-te que cries o teu próprio programa tal como eu fiz e que o transfiras para o escritório ou então, no caso de não quereres correr esse risco, algo que compreendo, teremos de esperar mais três anos.” Charity, com medo de dar uma resposta, pediu para pensar, até porque não sabia como fazer o tal programa e até se seria capaz…
Depois desta conversa, ela foi falar comigo, pedindo que eu a ajudasse e aconselha-se. Eu, claro que queria Milton de novo no escritório, mas seria muito arriscado para ela, então decidi dizer-lhe, “Charity, acho que devias avançar com a criação do programa, até porque tens a ajuda dos rascunhos que Milton nos deixou e não sei se acabarás a tempo de o retirar da prisão, mas o programa sempre pode ficar com uma companhia para mim”. Ela não se opôs ao que eu lhe disse, abanou a cabeça, sorrindo, e disse-me, “Vamos ao trabalho, amanhã visitarei de novo o teu criador para lhe dizer a minha decisão. Ah e obrigada, Joe”. Notou-se na cara dela que tinha gostado de conhecer Milton e fiquei feliz por isso.
No dia seguinte, Charity foi toda entusiasmada ter com Milton e contou-lhe tudo. Ela contente, deu um grande abraço à jovem. A partir desse dia, ela empenhou-se de corpo e alma na criação do programa com a minha ajuda e todas as manhãs Charity visitava o seu amado, pois eles apaixonaram-se.
Os anos passaram e ao fim de quase três anos o programa já estava quase concluído; no dia que Milton saiu, o programa ficou pronto e tinha sido inaugurado com o nome de Raquel, escolhido por mim.
Ao conhecer pessoalmente a Raquel, apaixonei-me, pois ela era tal e qual a sua criadora, doce e delicada, e já ando a pensar em pedir-la em namoro e dir-lhe-ei, “ Tu, sim, és o meu verdadeiro amor.”
Contente por agora poder ser feliz com o seu verdadeiro amor, Milton pediu Charity em casamento. Ela aceitou e viveram felizes no escritório comigo e com a minha recente namorada, Raquel.

sábado, 2 de março de 2013

Página de diário 2

Quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

      Mais uma dia passou e mais um desabafo vou escrever. Acordei alegre, fui fazer o habitual e quando cheguei à escola ainda faltava quinze minutos para tocar. Para passar mais rápido o tempo comecei a observar as pessoas que passavam por mim, cada uma com a sua forma de andar, vestir e ser ... Reparei especialmente num rapaz que entrou muito triste na escola, com a cabeça para baixo e as mãos nos bolsos. Ele não e muito sociável, como eu, que chego à escola e faço de algum modo uma festa por estar com os meus amigos. O rapaz permaneceu como uma estátua junto à porta da sala. Entretanto chegaram mais pessoas da turma dele e ninguém foi dirigir a palavra; não quer dizer que o tenham de fazer, mas numa questão de respeito e educação seria algo agradável. Depois fui para as aulas e não o vi mais, foi como se ele tivesse evaporado. Isto é algo que para a turma dele, provavelmente  é normal, porque nem lhe dão os bons dias e é como se ele fosse invisível. 

Marta Sofia Silva

Página de diário 1


Sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

      Hoje de manhã acordei um pouco cansada, até porque é sexta feira, e tive uma semana muito stressante. Fui tomar banho, vesti-me e fui ter com o meu pai à oficina dele, que é ao fundo da rua, leva-me todos os dias para a escola e hoje foi mais um dia em que o fez. Quando cheguei à escola, estive com os meus amigos e como sempre passo o dia à espera que as aulas acabem, para poder ir para casa descansar, isto porque o curso onde estou não é o ideal para mim, fui muito influenciada e acabei por me arrepender em vir para este curso, logo o que eu mais quero é que o ano passe rápido e cheio de alegrias. 
      Finalmente o dia acabou, e fui de autocarro com os meus quatro colegas e amigos para casa. Quando cheguei a casa, lanchei e deitei-me para descansar um pouco os olhos; de seguida fui fazer algumas tarefas de casa e preparar o jantar. 
      Depois de jantar, fui ver um filme e adormeci de seguida. 
Marta Sofia Silva

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Ficha de leitura

ESCOLA SECUNDÁRIA BRAAMCAMP FREIRE
Língua Portuguesa 10º2
FICHA DE LEITURA

ASPETOS GERAIS

Título do livro: O rapaz do pijama às riscas
Nome do autor: John Boyne
Editora: Leya, SA                  
Local: Alfragide, Portugal                                              
Data: Novembro de 2007

PERSONAGENS

Quais são: Bruno, Gretel, mãe, pai (Ralf), Maria, Pavel, Herr Listz, Shamuel, avó (Nathalie), a avô (Matthias), tenente Kotler, Fúria,

Papel que desempenham na narrativa: Bruno e Shamuel são as personagens principais, Gretel, mãe, pai e Maria são as personagens secundarias e o Pavel, Herr Listz, avó, avô, tenente Kotler, Fúria o e outros soldados são os figurantes.

Descrição da personagem principal: Bruno era um rapaz com nove anos, nasceu no dia quinze de abril de mil novecentos e trinta e quatro, fisicamente era baixo e psicologicamente era um rapaz corajoso, determinado e muito aventureiro, na sua casa em Berlim andava sempre a explorar sozinho ou com os seus três grandes amigos, o Karl, o Daniel e o Martim, gostava de histórias de aventuras, cavaleiros e explorações e pelo que ele dizia sabia muito sobre a Idade Média.


Descrição de uma outra personagem: Shamuel era um rapaz com nove anos, e que nasceu no dia quinze de abril de mil novecentos e trinta e quatro, fisicamente era mais baixo que Bruno, muito magro e com um tom cinzento e abandonado, a cara era muito estranha, olhos grande e cor de caramelo, não usava sapatos e tinha uma braçadeira com uma estrela, vivia na Polónia até que os soldados os foram buscar para os levar para aquele campo de concentração.

LOCAL

Onde se passa a história: Em Berlim e Acho-Vil.

Descrição desse local: Berlim era um lugar magnífico (palavras de Bruno), onde Bruno e a sua família viveram até terem de se mudar para Acho-Vil, tinha mais seis casas em redor da casa dele, com um café e bancadas de vegetais e frutas e aos sábados a tarde era uma confusão porque toda a gente ia passear. 
Acho-Vil era um horrível e sem qualquer movimento, só existia aquela casa e em redor havia floresta e um campo de concentração, ainda distante da casa, mas que Bruno conseguia observar pela janela do quarto.

TEMPO

Quando se passa a história: Durante a Segunda Guerra Mundial de 1939 a 1945.

Expressões que o comprovem: " O pai permaneceu em Acho-Vil por mais um ano, mas os outros soldados começaram a deixar de gostar dele pois tratava-os de forma impiedosa. Adormecia todas as noites a pensar em Bruno e todas as manhãs acordava ainda com ele no pensamento." ( pág. 186)

ENREDO

Ideia principal da narrativa: É sensibilizar a população do que acontecia durante a segunda guerra mundial, porque maioria das pessoas não sabia destas coisa, nem eu e ao ler este livro descobri. Eu acho que é muito cruel matar as pessoas das maneiras mais estranhas apenas por terem uma religião diferente nos Nazis.

Pequeno resumo da história: Este livro conta a história de um rapaz, chamado Bruno que vivia muito feliz na sua casa em Berlim, um dia ao voltar da escola com os seus três melhores amigos, viu que a sua família estava em mudanças para um sítio muito diferente daquele onde ele vivia, isto porque o pai dele tinha sido promovido no trabalho. Quando chagaram a nova casa, ele e a irmã, não gostaram nada daquele sítio, Bruno não tinha com quem brincar. 
      O Bruno reparou que existia um campo vedado com uma rede alta ali perto da casa e havia gente dentro desse campo todos vestidos de igual, um pijama às riscas. O pobre rapaz como adorava fazer explorações lembrou-se de ir dar um passeio a ver o que encontrava perto da vedação. 
      E é aqui que ele vê um rapaz triste, sentado no chão, chamado Shamuel, e também vestido com aquele pijama, eles tinham a mesma idade e durante muito tempo foram falando e brincando um em cada lado da vedação, e tornaram-se melhores amigos... até que um dia, Bruno decide ajudar o amigo a encontrar o pai dele, e entra para o campo de concentração, e eles enquanto procuravam foram levados com outras pessoas para um sítio onde foram mortos. 
      Nesse mesmo dia, o Bruno, a Gretel e a mãe iam voltar para Berlim e quando estavam a partir, não encontraram o rapaz em lado nenhum e ao explorar a zona foram descobrir por onde Bruno passou e as suas roupas no chão.



Parte preferida e justificação: É quando o Bruno decide ajudar o Shamuel a encontrar o pai dele, e para isso teve de passar a vedação, com isto sofreu consequências porque não sabia o risco deste ato, foi a minha parte favorita porque achei muito bonito o ato do Bruno, não seria qualquer pessoa a fazê-lo, apesar de ter uma parte negativa.

Parte menos apreciada e justificação: A parte que menos gostei é quando o pai de Bruno decide ir viver para outro local com a família por causa do trabalho e não explica quase nada a família, porque acho que devia haver uma conversa antes da mudança. 

COMENTÁRIOS

Achaste o título adequado? Porquê?: Sim, porque basicamente caracteriza uma das personagens principais e diz logo algo sobre o livro, e trás curiosidade em saber o que aconteceu ou quem era o rapaz do pijama às riscas.


Inventa outro título: Ingenuidade de Bruno


ANÁLISE DO PROCESSO DE ESCRITA

Escolhe cinco palavras cujo significado desconheces e  procura no dicionário:

  1.  Gélidos: muito frio; congelados; que fazia congelar o sangue.
  2.  Aceno: sinal compreensivo feito com a cabeça, mãos ou olhos.
  3.  Tropelias: grande confusão.


Nome: Marta Sofia Silva    nº17    10º2                                                 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Crítica a um filme

      Há uns tempos, vi um filme no cinema, chama-se Avatar, feito por James Cameron em 2009, sendo um filme americano de ficção científica, imensa gente já deve ter visto este filme, porque foi muito falado e é um ótimo filme, na minha opinião.
      Este filme é muito longo e por isso tive receio de ir vê-lo quando estreou porque poderia tornar-se um 'seca' mas curiosamente não só não é como até foi bastante emocionante, porque teve um pouco de romance entre as personagens principais, o ex-combatente e uma rapariga avatar, que são certamente de raças distintas, o que é engraçado dado que os Avatares têm uma forma de viver muito diferente da nossa.
      Como este filme podemos ver como nós, pessoas do Mundo, somos egoístas e racistas, porque não sabemos aceitar o espaço dos outros e inventamos seja o que for para evoluir, mesmo sabendo que estamos a matar seres vivos. O racismo é algo que se mostra neste filme e que na sociedade já faz parte do dia a dia, isto porque podemos ter cor, tamanho, pensamentos, hábitos, entre outras coisas totalmente diferentes, mas por dentro todos temos sentimentos de amor, tristeza, ódio, raiva, ...
Com isto tudo, acho que o filme é bastante interessante para qualquer pessoa ver, tenha oito ou oitenta anos, e ver mais do que uma vez é melhor porque nos vai fazer ver coisas que anteriormente não tínhamos visto com muita atenção. E também sugiro o Titanic, que também foi escrito e dirigido por James Cameron. 

Episódio marcante

      Um dia, fui ao Centro Comercial Colombo, não me lembro do dia, mas sei que foi quinta-feira. Quando estava a entrar pelas portas do centro, enganei-me e puxei-as em vez de as empurrar, como estava indicado na porta, felizmente não estava ninguém a olhar. Mas não ficaram por aí os acontecimentos, nesse dia.
      Ao entrar numa loja, provavelmente a Zara, não sei ao certo, deparei-me com um som irritante, vindo dos alarmes  e o segurança veio ter comigo.
      - O que se passa menina? - perguntou o segurança.
      - Não sei senhor, mas eu não roubei nada da loja! - disse eu, muito nervosa porque não sabia o porquê do alarme ter tocado. 
      - Acredito, essa sua mala é nova? - perguntou o segurança a tentar acalmar-me e resolver o problema.
      - Sim, comprei-a ontem nesta mesma loja! - disse eu, calculando que o problema era da mala.
      - Ah então acompanha-me até ao balcão para desmagnetizar a sua mala e o problema fica resolvido. - disse o segurança enquanto andava até ao balcão. - O problema está resolvido menina, pode continuar o seu caminho, tenha um resto de um bom dia! - disse o senhor com o sorriso nos lábios e entregando-me a mala. 
     - Muito obrigada, e peço desculpa, um resto de um bom dia para si também! - disse eu, já menos nervosa, mas totalmente corada por causa do acontecimento.
      Durante este acontecimento tornei-me o centro das atenções, quase metade das pessoas que estavam na loja ficaram a olhar para mim, pensando que era uma criminosa. 
      Por fim, quando ia a comprar algo para comer, para aliviar um pouco, encontrei uma amiga minha, a Mariana, e eu aí fiquei contente porque a vi e esqueci o que me tinha acontecido. Acabei por lhe contar os meus acontecimentos e rimos juntas.

Crónica

      Os meus professores organizaram uma bela visita de estudo ao Observatório Astronómico de Lisboa. 
      Uma visita ser feita ao sábado não é muito comum, até porque fins de semana são aproveitados para descansar e para passear com a família, apesar disso a maioria dos alunos foi à visita, se calhar para conviver com os amigos, mas também por curiosidade em relação ao facto de ser de noite e de irmos observar a Lua e as estrelas.
      Eu e a minha turma encontrámo-nos no metro da Pontinha, mas pelo caminho encontrei o meu professor de Português, que ofereceu boleia a mim e à Ana Teresa, uma grande amiga minha, foi uma viagem curta porque já estávamos perto do ponto de encontro, mas questiono-me, devem os professores dar boleia aos alunos? Não é comum, nem todos os professores fazem isso, mas quando há alguma confiança entre professor e aluno isso pode acontecer.
      Quando lá chegámos, ao Observatório de Lisboa, vi pelo seu aspeto histórico que era um local importante, ou então mais importante pelas descobertas lá feitas antes da Implantação da República, isto porque o estado não ajudou com as despesas que o Observatório ia ter e deixaram de parte a Astronomia para poder melhorar outras coisas, mas certamente que o a Astronomia poderia ajudar o país a ser mais conhecido internacionalmente.
      Por fim, esta visita foi uma das melhores que já tivemos, sem contar com a ida a França no 9º ano, porque essa foi a melhor sem dúvida alguma, mas esta última visita foi bastante interessante, uma vez que aprendi várias coisas de que não fazia a mínima das ideias e descobri que existia um Observatório tão importante em Portugal, há tanto tempo que nem sabia da sua existência. 

Autorretrato


Vou escrever um autorretrato para me poderem conhecer melhor, e começo por dizer que sou a Marta Silva, nasci a catorze de maio de mil novecentos e noventa e sete, no Hospital Amadora Sintra, onde a minha mãe trabalha há dezessete  anos.
Sou de estatura baixa, tenho o cabelo e os olhos castanhos e a pele morena. Tenho um estilo próprio, e procuro sempre ser diferente para me distinguir do resto das pessoas, não ligo muito as roupas de marca como maioria dos adolescentes da minha idade, apesar de adorar ténis da Nike e não uso maquilhagem. Em aspectos psicológicos sou muito sociável, entusiasta, carinhosa, simpática, refilona e por vezes arrogante quando as coisas não são a meu agrado. Sou uma rapariga sempre com uma resposta pronta. Sei como divertir e alegrar os meus amigos quando ele precisam e até quando não precisam, estou sempre lá para os momentos mais difíceis, e sou sincera com eles e bastante sentimentalista. Com isto também tenho a dizer que tenho imensos defeitos como toda a gente, porque ninguém é perfeito, mas acredito que irei ser perfeita para alguém e eu irei encontrar alguém perfeito para mim com os seus defeitos. Quando tenho o objetivo de fazer algo ou conseguir algo, luto bastante por isso e dificilmente desisto.
Sou muito ligada a família e aos amigos, e definitivamente eu já não sabia viver sem eles. Tenho família em todas as partes do país, o que significa que ando sempre de um lado para o outro para os visitar com os meus pais e irmã mais nova, que é uma peste e me deixa sempre muito irritada.
Gosto do campo, de passear, estar sempre acompanhada e gosto principalmente da cidade do Porto, apesar de não viver lá, caracterizo-me bastante com essa cidade e com a sua cultura, e desde nova que gosto dessa cidade e sonho quando for mais velha mudar-me para o Porto e ser independente e feliz com alguém ao meu lado. Não gosto de estar chateada com as pessoas, de ter estudado imenso e depois não obter o meu objectivo e não suporto que me digam o que tenho de fazer ou como fazer quando já sei isso.
Os meus passatempos são passear, estar com os meus amigos, ouvir música e como todos os adolescentes passar maior parte do tempo na internet (facebook, skype, tumblr, blogue, etc). Este ano não pratico nenhum desporto, mas desde que estou na Braamcamp Freire andei no andebol e este ano desisti porque não me era possível conciliar tudo, porque entrei no Cambridge em Benfica com o objectivo de melhorar a minha prenuncia e conhecimento a Inglês.
E penso que seja tudo o que posso dizer sobre mim…