sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Ficha de leitura " A noite do Índio: Discurso do Chefe Seattle"

ESCOLA SECUNDÁRIA BRAAMCAMP FREIRE
Língua Portuguesa 11º2
FICHA DE LEITURA

ASPETOS GERAIS
Título do livro: A Noite do Índio: Discurso do chefe Seattle  
Nome do autor: Chefe Seattle
Editora: Casa do Sul, Editora
Data: 2007

PERSONAGENS
Quais são: Chefe Seattle (escreve a carta/discurso)
Papel que desempenham na narrativa: o Chefe Seattle é a única personagem, isto porque o livro é um discurso como resposta ao chefe grande feita pelo Seattle.
Descrição da personagem principal: era um homem vermelho, de grande estatura, de olhar inteligente, expressivo, e de gestos sentis, queria a paz na sua terra, e demonstrava poder e dignidade pelo que falava; era um índio, muito ligado à sua terra e aos antepassados tal como o seu povo. Este homem era o chefe do povo índio, esta comunidade designava-se por “Casa do Homem Velho” (casa feita pelo pai).

LOCAL
Onde se passa a história: a história passa-se no noroeste dos Estados Unidos, que hoje faz fronteira com o Canada.
Descrição desse local: era um local cheio de árvores (ex. pinheiros), sem ruido, com ar puro (sem poluição), cheio de seres vivos (ex. búfalos e aves), solos sagrados, límpidos lagos,…

TEMPO
Quando se passa a história: em 29 de outubro de 1887 (dia em que o chefe Seattle disse o discurso).
Expressões que o comprovem: “Segundo a versão de Henry A. Smith publicada no jornal Seattle Sunday Star, em 29 de outubro de 1887”.

ENREDO
Ideia principal da narrativa: intimidar os homens brancos para a o meio ecológico, mostrar o quanto é necessário olhar para as terras com outros olhos.
Pequeno resumo da história: Este livro é o discurso do chefe índio Seattle, feito como resposta à proposta do Chefe grande do governo dos estados unidos, que em 1887, tentou comprar as suas terras em troca de proteção. O discurso de Seattle refere que a sua terra é sagrada para si e para toda a sua comunidade, isto porque cada local significa algo para os homens vermelhos. Eles são parte da terra e a terra é parte deles.
A vida sem a natureza e a sua beleza era um desânimo. Com todo este discurso, faz-nos entender que o desejo do grande chefe é não só comprar as suas terras, mas também tirar grande parte dos índios.
Os homens vermelhos podem ser “selvagens”, isto porque não entendem o ruído que à nas cidades (estão habituados ao silencio da natureza), a facilidade com que deixam para trás os antepassados (continuam lamentando-se dos que já morreram e as suas cinzas fica no solo para dar bons frutos) e a forma como mudam de terra.
O chefe Seattle diz que se aceitar, tem uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.
Parte preferida e justificação: gostei de todo o discurso do Chefe Seattle, porque é um livro que serviu de base ao movimento ecologista mundial.

COMENTÁRIOS
Achaste o título adequado? Porquê? : sim, porque o livro trata-se da resposta do chefe Seattle, sendo esta resposta um discurso.
Inventa outro título: Movimento ecologista mundial de Seattle

ANÁLISE DO PROCESSO DE ESCRITA
Escolhe cinco palavras cujo significado desconheces e procura no dicionário:


  1. “Afortunadamente” (p.10, ll.9): de modo afortunado (feliz).
  1. Comparação: “As suas gentes são como a erva que cobre as vastas pradarias.” (p.19, ll.1-2)
  1. Metáfora: “As minhas palavras são como estrelas que nunca se apagam.” (p.18, ll.7-9)

Procura, transcreve os seguintes recursos estilísticos e explica a sua expressividade:



Nome: Marta Sofia Silva   nº17   11º2

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O romântico

O romântico é aquele que diz muitas vezes o eu num texto ou poema... O romântico escreve à sua maneira.

 A Prosa

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

À descoberta de novos povos

Pêro Vaz de Caminha e a sua tripulação avistam terra
      Depois de vários dias em alto mar e sem ver um pedaço de terra, dia 22 de abril os nossos navegadores avistaram terra nunca antes viste pelos portugueses, a qual o capitão decidiu dar o nome de Terra da Vera Cruz e de Monte Pascoal ao montem alto e redondo que estava repleto de árvores.
      E a partir deste momento, os tripulantes já mais encorajados e animados para novas descobertas foram em busca de novos descobrimentos, em mando do seu capitão.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Página de diário 3

Domingo, 12 de fevereiro de 2012
      Este domingo, pelas nove horas, já estava tudo pronto e acordado; estávamos excitados pela emoção do pequeno almoço francês, não apenas pelos "croissants" com nuttela mas também por estarmos na companhia de todos. 
      Estava um dia chuvoso quando a diversão começou: no Futuroscope, fomos a quase todas as diversões e foram momentos únicos, porque sem dúvida nenhuma não teremos mais momentos como aqueles. 
      Depois fomos ao Auchan comprar umas sandes e sumos para o almoço do dia seguinte, porque íamos regressar a Portugal e tínhamos uma longa viagem de 17 horas pela frente. 



domingo, 6 de outubro de 2013

Síntese de "Gato Fedorento - Jesus Ensaia Figuras de Estilo"

    Este sketch retrata uma paródia com figuras de estilo de estilo, em que os discípulos e Jesus, representado por Ricardo Araújo, são as personagens.
         De início, Jesus usa apenas parábolas ligadas à religião, os discípulos cansados desse tipo de histórias pediram que Jesus experimentasse outras figuras de estilo.
         Logo de seguida, sugerem que Jesus comece por uma anáfora, o que os levou a referir  tantas vezes a palavra Deus que se tornou repetitivo; depois, com uma voz grave, usa a hipérbole e a metáfora em conjunto, falando de novo da religião e de montanhas de labaredas; mas também recorreu a outras figuras de estilo como as analepses, as metonímias, a aliteração, em que apenas diz palavras começadas por d e canta a música daily do, e a ironia, dizendo que o Diabo é bom.

         Por fim, com tantas tentativas falhadas e sem nada para fazer, foram curar leprosos.


Início de uma nova etapa...

      Começou dia 16 de setembro uma nova etapa da minha vida, mais um ano de escola! Aqui vou eu em busca de um futuro.



segunda-feira, 13 de maio de 2013

Continuação de um texto

Escrita de uma narrativa
“O verdadeiro amor”
(…)
Dir-lhe-ei, “Eu sou Joe e tu és o meu verdadeiro amor”.
            Hoje é o dia de São Valentim, e Charity chegou, ela não sabia muito bem o que ia acontecer e ficou à espera que eu ou alguém a recebesse, para ela seria normal ser recebida por uma pessoa, não por um programa de computador como eu, portanto eu fiquei nervoso e intacto como um cubo de gelo.
            Eu ganhei coragem e disse, “Eu sou Joe e tu és o meu verdadeiro amor”. Charity, assustada, porque não sabia de onde vinha a voz, disse, “Quem está aí?”; logo de seguida eu disse para ela olhar para mim, para o ecrã de computador; ela olhou com aqueles olhos grandes como azeitonas e eu vi o quanto ela era linda e ideal para mim, mas será que ela me aceita como o seu amor?
            Charity, confusa e com medo, disse, “Tu falas? Tu tens sentimentos? Mas tu és um computador.” Eu disse depois, já mais calmo com o brilho dos olhos dela, “Eu escolhi-te como o amor de Milton, que infelizmente foi preso, eu sou bastante semelhante a ele, não em aparência mas na personalidade, ele é o meu criador e sabemos tudo um sobre o outro; Charity, tu és a minha alma gémea”. Ao ouvir isto, ela ficou uns minutos em silêncio e pensativa, sem saber o que fazer ou dizer; de seguida eu disse, sem ela ter sequer respondido, “Eu amo-te, esperei a minha vida toda por ti”. Neste momento Charity desmaiou e ficou até ao dia seguinte a descansar, eu olhei toda a noite para ela e não vi nenhum defeito, vi nela tudo o que desejava.
Quando ela acordou já mais calma, pediu-me que lhe contasse a verdadeira razão pela qual ela lá estava, eu expliquei-lhe tudo, e como Charity ficou curiosa em conhecer o meu famoso criador, logo de seguida metemos mãos à obra e em primeiro lugar ela foi ter com ele. Na prisão, Milton, muito admirado com a visita da sua amada que já sabia do esquema todo e que apenas se apresentou a Milton lhe perguntou, “O que posso fazer para que saias deste sítio horrível?”, e Milton respondeu, “Tu és tão inteligente quanto eu, por tanto proponho-te que cries o teu próprio programa tal como eu fiz e que o transfiras para o escritório ou então, no caso de não quereres correr esse risco, algo que compreendo, teremos de esperar mais três anos.” Charity, com medo de dar uma resposta, pediu para pensar, até porque não sabia como fazer o tal programa e até se seria capaz…
Depois desta conversa, ela foi falar comigo, pedindo que eu a ajudasse e aconselha-se. Eu, claro que queria Milton de novo no escritório, mas seria muito arriscado para ela, então decidi dizer-lhe, “Charity, acho que devias avançar com a criação do programa, até porque tens a ajuda dos rascunhos que Milton nos deixou e não sei se acabarás a tempo de o retirar da prisão, mas o programa sempre pode ficar com uma companhia para mim”. Ela não se opôs ao que eu lhe disse, abanou a cabeça, sorrindo, e disse-me, “Vamos ao trabalho, amanhã visitarei de novo o teu criador para lhe dizer a minha decisão. Ah e obrigada, Joe”. Notou-se na cara dela que tinha gostado de conhecer Milton e fiquei feliz por isso.
No dia seguinte, Charity foi toda entusiasmada ter com Milton e contou-lhe tudo. Ela contente, deu um grande abraço à jovem. A partir desse dia, ela empenhou-se de corpo e alma na criação do programa com a minha ajuda e todas as manhãs Charity visitava o seu amado, pois eles apaixonaram-se.
Os anos passaram e ao fim de quase três anos o programa já estava quase concluído; no dia que Milton saiu, o programa ficou pronto e tinha sido inaugurado com o nome de Raquel, escolhido por mim.
Ao conhecer pessoalmente a Raquel, apaixonei-me, pois ela era tal e qual a sua criadora, doce e delicada, e já ando a pensar em pedir-la em namoro e dir-lhe-ei, “ Tu, sim, és o meu verdadeiro amor.”
Contente por agora poder ser feliz com o seu verdadeiro amor, Milton pediu Charity em casamento. Ela aceitou e viveram felizes no escritório comigo e com a minha recente namorada, Raquel.

sábado, 2 de março de 2013

Página de diário 2

Quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

      Mais uma dia passou e mais um desabafo vou escrever. Acordei alegre, fui fazer o habitual e quando cheguei à escola ainda faltava quinze minutos para tocar. Para passar mais rápido o tempo comecei a observar as pessoas que passavam por mim, cada uma com a sua forma de andar, vestir e ser ... Reparei especialmente num rapaz que entrou muito triste na escola, com a cabeça para baixo e as mãos nos bolsos. Ele não e muito sociável, como eu, que chego à escola e faço de algum modo uma festa por estar com os meus amigos. O rapaz permaneceu como uma estátua junto à porta da sala. Entretanto chegaram mais pessoas da turma dele e ninguém foi dirigir a palavra; não quer dizer que o tenham de fazer, mas numa questão de respeito e educação seria algo agradável. Depois fui para as aulas e não o vi mais, foi como se ele tivesse evaporado. Isto é algo que para a turma dele, provavelmente  é normal, porque nem lhe dão os bons dias e é como se ele fosse invisível. 

Marta Sofia Silva

Página de diário 1


Sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

      Hoje de manhã acordei um pouco cansada, até porque é sexta feira, e tive uma semana muito stressante. Fui tomar banho, vesti-me e fui ter com o meu pai à oficina dele, que é ao fundo da rua, leva-me todos os dias para a escola e hoje foi mais um dia em que o fez. Quando cheguei à escola, estive com os meus amigos e como sempre passo o dia à espera que as aulas acabem, para poder ir para casa descansar, isto porque o curso onde estou não é o ideal para mim, fui muito influenciada e acabei por me arrepender em vir para este curso, logo o que eu mais quero é que o ano passe rápido e cheio de alegrias. 
      Finalmente o dia acabou, e fui de autocarro com os meus quatro colegas e amigos para casa. Quando cheguei a casa, lanchei e deitei-me para descansar um pouco os olhos; de seguida fui fazer algumas tarefas de casa e preparar o jantar. 
      Depois de jantar, fui ver um filme e adormeci de seguida. 
Marta Sofia Silva