sexta-feira, 28 de março de 2014

Texto expositivo-argumentativo sobre as mulheres da sociedade

      Quando estamos no útero da nossa progenitora, somos todos seres humanos desejados, mas antigamente desejava-se, acima de tudo, que nascesse um rapaz, isto porque homem que é homem tem mais postura para trabalhar, visto que trabalhar é que dá dinheiro. As mulheres nasciam para ficar em casa, como boas donas de casa, a cozinhar, limpar, engomar e ainda por cima tinham de andar sempre ao mando do homem.
      Atualmente, a situação inverteu-se um pouco em relação ao poder de cada sexo, a mulher já pode trabalhar na maioria das profissões e já pode expressar mais a sua opinião perante o homem e a sociedade em geral. Nós vivemos numa sociedade machista, porque o poder dos dois sexos ainda não entrou em equilíbrio e o homem tem mais privilégios. Para uma mulher conseguir ser chefe, ou evoluir de cargo, é muito complicado, porque o trabalho de uma mulher não é reconhecido e é isto que as mulheres atuais querem mudar. Porém, existem outras que não se importam de ser apenas donas de casa, a cuidar dos filhos e da casa. Estas mulheres ensinam aos filhos o que não devem ensinar, que o homem é o líder, logo manda na mulher, e que o homem não chora.

      Por fim, será que existem muitas mulheres a pensar ainda assim? Será que o país vai regredir ou prosseguir por haver muitas mulheres com esta mentalidade? Observando a evolução da mulher, concluímos que a mulher ter mais poder é vantajoso em quase todos os sentidos. 

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Texto expositivo-argumentativo sobre D. João (Peça de Frei Luís de Sousa)

      A peça Frei Luís de Sousa, de Garrett é composta por várias personagens com uma grande variedade de personalidades e papéis na história. De entre elas, escolhi D. João de Portugal para aprofundar o conhecimento deste homem tão honrado e valente. 
      D. João de Portugal é uma das personagens principais, apesar de ter uma presença de “fantasma”, porque no início não está presente e no presente é muito falado nas conversas de D. Madalena e Telmo. Esta personagem é muito importante para a peça porque é a partir dela que a tragédia aparece no final da peça na família. De facto, D. João foi à guerra, mas infelizmente não regressou como estava previsto e ficou durante 20 anos em cativeiro, em Espanha. No entanto, D. Madalena, ainda procurou durante 7 anos, apesar de D. Madalena não o amar como D. João a amava, isto porque ela desde sempre teve uma grande paixão por D. Manuel.
      Com o seu reaparecimento, que D. Madalena desconfiou por descobrir que ele estava vivo e que viria para se vingar dela, com isto o seu casamento seria ilegal e um ato de muito pouca fé, porque antigamente tudo era muito ligado à religião, logo isto era um pecado digno de ir para o inferno. Por isto ocorreu uma cerimónia para D. Madalena e D. Manuel entrarem na vida cristã, dado esta triste tragédia, D. Maria, filha de D. Madalena e D. Manuel morre por sofrer de tuberculose.
      Se D. João de Portugal não entrasse nesta peça, não haveria qualquer tipo de “suspense” no que iria acontecer a D. Manuela e à sua família. Esta peça baseia-se bastante na tragedia originada por D. João, que é o “hybris” isto porque esta grande catástrofe inclusive a morte de D. Maria, houve um alivio porque a sua morte veio aliviar a alma de D. Manuel e sua esposa.
       Por fim, penso como tenha sido a continuação da peça, sabendo que D. João, o Romeiro assistia à cerimónia, à tragédia criada por ele, será que D. Manuela o reconheceu finalmente? Se o Romeiro fosse embora, D. Manuela e D. Manuel, viveriam com a tristeza da morte da filha e a alegria de estarem a viver o seu amor.